Clínica Médica (Geral) – 5º Ano

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Voltei! Atrasado. Infelizmente não cumpri com o combinado porque tive uma semana infernal de fim e troca de estágio. Tive plantão em quase todos os últimos dias, e nos dias que não tinha plantão, eu estava dormindo porque eu mereço, não é mesmo?

Mas cá estou, na madrugada fria de um plantão no PS do InCor (Instituto do Coração), escrevendo porque nesse frio e nesse horário ninguém quer ficar doente e não tem uma viva alma aqui querendo atendimento.

Pois bem, no último post eu falei um pouco sobre Otorrino e Oftalmo, que fazem parte do Estágio de Clínica Médica. O estágio tem duração de 3 meses e nossas manhãs são divididas em três partes: Otorrino/Oftalmo + Enfermaria de Retaguarda do PS (Enfermaria do 5º Andar) + Enfermaria de Clínica Médica (Enfermaria do 6º Andar). Descreverei todas a seguir, além de contar mais sobre o restante das atividades da tarde:

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Cirurgia do Aparelho Digestivo, Otorrinolaringologia e Oftalmologia – 5º Ano

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Voltei! Um dia antes do combinado, já que amanhã terei um plantão de 24h e não conseguirei publicar o post aqui. Mas antes de começar, já que vocês são ávidos por histórias, e eu por contá-las, segue uma delas que aconteceu ontem (fatos reais!!) durante um plantão no Pronto-Socorro de Cirurgia (daqui algumas semanas eu chego lá para falar mais sobre ele). Leiam aqui na minha página no Medium (só clicar ali, gente. Lá também tem outras histórias que escrevi durante o internato.)

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Cirurgia Geral – 5º Ano

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Como prometido, voltei. Hoje falaremos de Cirurgia Geral!

O estágio do quinto ano é no HC, no Instituto Central. Basicamente ficamos na Enfermarias do 8º Andar, divida em Parede, basicamente Hérnias, e Oncologia, basicamente câncer de cólon/lipomas, e as Enfermarias Retaguardas do PS. Temos também ambulatórios em algumas tardes e uns plantões café-com-leite no PS de Cirurgia (que em breve falarei no Sexto Ano, que aliás é onde eu vou começar amanhã!!).

Esse foi o primeiro estágio em Cirurgia que tivemos, e estávamos todos um pouco tensos porque ouvimos falar muito sobre o quão rígido e hierárquico esse estágio. E no fim é um pouco sim. Pela primeira vez as visitas nas enfermarias (creio que já falei o que é um Visita por aqui) eram extremamente detalhistas, com algumas broncas e leve humilhação pública hahaha

Durante esse estágio, temos uma visita icônica que é comentada por todos os alunos há anos. É a visita com o futuro Professor Titular de Cirurgia Geral, e acontece em todas as sexta-feiras na Enfermaria do 8º Andar. Esse é o tipo de visita em que temos que nos preparar  muito no dia anterior, passar a noite estudando, chegar muito cedo no dia e torcer para dar tudo certo. O Professor é ótimo, um dos poucos que realmente fazem jus ao título de Docente, mas ele é extremamente rígido e detalhista. Eu achei que foi ótimo porque nesse estágio finalmente aprendi a passar um caso direito e saber tudo sobre o meu paciente.

Bom, além disso tudo temos o tal do plantão café-com-leite no PS. Ele é café-com-leite porque a gente, na realidade, não tem nenhuma obrigação. São poucos plantões, e podemos fazer o que quisermos lá. Em geral podemos ficar na Sala de Trauma ou suturando. Quem quiser, também, pode ficar na porta atendendo os pacientes que chegam. Ou então podemos ir nas cirurgias de emergência. Ou, por fim, podemos dormir também, o que não é má ideia hahaha

O que a maioria dos Internos espera é que tenha um Águia durante o plantão! E é realmente muito legal. Águia é aquele helicóptero do Comandante Hamilton hahaha. Ele traz pacientes graves que precisam de atendimento muito rápido. Recebemos o aviso de que tem um Águia chegando e aí o hospital se prepara para recebê-lo. Parece seriado americano mesmo. Aí vamos até o Heliponto e ficamos aguardando o helicóptero chegar.

Cobandante Habilton pousando
Cobandante Habilton pousando

E quem nunca se recordou das famigeradas cenas do Dr. Romano e helicópteros? Só chego perto deles quando as hélices estão bem paradas hahaha

E, por fim, esse estágio é muito legal (na minha opinião haha) porque temos que ir nas cirurgias dos nossos pacientes! As cirurgias em geral são de manhã e podemos instrumentar para o Assistente e o Residente que estão operando. Alguns Cirurgiões, como o Professor acima citado, operam muuuuuuito bem, e é ótimo de assistir!

Cirurgia <3
Cirurgia ❤

Enfim, o estágio é bom, você aprende bastante coisas de Clínica Cirúrgica e tem um contato legal com os pacientes, que você conhece antes da cirurgia e acompanha até a alta (ou não). Esse foi o primeiro estágio que “perdi” um paciente. Ano passado escrevi sobre isso aqui: As Intermitências da Morte.

Daqui 10 dias eu volto de novo! Viram, consegui cumprir o acordo até agora hahaha até a próxima, onde falarei de Cirurgia do Aparelho Digestivo! 🙂

150

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Enfim, voltei. Hoje notei que faz o dobro do tempo que não escrevo aqui do que me resta para terminar a faculdade. Cento e cinquenta dias. O que seria isso comparado com os 2306 dias em que estou aqui? (6,5%, no caso haha)

Por algum tempo fiquei sem saber o que escrever aqui, mesmo com um milhão de coisas acontecendo no internato. E aí o tempo foi passando e quando vi estou aqui no feriado, nas últimas férias da Graduação, faltando apenas 150 dias para acabar tudo. Então decidi voltar. E com um plano talvez audacioso: postarei 15 vezes, a contar com hoje, a cada 10 dias até o final. Vou tentar botar tudo em dia, então preparem-se para textões, porque escreverei bastante!

Bom, vou falar hoje um pouco sobre o sexto ano. Nos próximos eu vou escrever sobre os estágios que faltaram no ano passado (Cirurgia Geral, Cirurgia do Aparelho Digestivo, Clínica Médica, Otorrinolaringologia, Oftalmologia, Infectologia, Dermatologia e Psiquiatria).

O sexto ano aqui na faculdade é famoso por ter muita carga horária em Pronto-Socorro (PS)/Emergência, e realmente tem. O ano é dividido em duas partes: um semestre no Hospital Universitário (HU) e outro no Hospital das Clínicas (HC). Em ambos temos PS. Mas não é só isso. Temos também um pouco mais de Enfermaria, Ambulatório e Neonatologia (Berçário, Alojamento Conjunto [onde as mães ficam internadas após o parto com os bebês] e Sala de Parto), porque isso nunca tem fim, né minha gente.

O semestre no HU é dividido em três partes: Clínica Médica, Cirurgia Geral e Pediatria Neonatal. Já o semestre do HC tem mais coisas: PS de Cirurgia, PS de Clínica, PS de Cardiologia, PS de Neurologia, PS de Pediatria Terciária, PS de Ortopedia e PS de Obstetrícia (além de Enfermaria).

Além disso tudo, temos a famigerada Prova de Residência no final do ano, que é uma assombração durante o quinto ano, mas totalmente presente durante o sexto. E todo mundo pergunta: Já escolheu o que vai fazer? Já sabe o que vai prestar? Vai pro Exército (tema para um post futuro)? …… NÃO. Deixe-nos aqui sem escolher, por favor? Hahaha

É muita pressão para que todo mundo saiba o que vai fazer de Residência, de subespecialidade e etc., e sempre tem aquele Assistente que fala: “Tem que saber a cura de todas as doenças não só pra vida, mas pra prova também viu!!”. Então ok, né! Não sei ainda se existe vida após a prova, por isso é melhor saber tudo mesmo pra ela.

E a relação com paciente no Sexto Ano é tão diferente. Você tem mais confiança, sabe mais, consegue explicar melhor tudo e já dá vontade de fazer tudo. É até um pouco angustiante ter que ir discutir o caso com um Residente ou Assistente, esperar o carimbo dele para medicar o paciente com Dipirona/Paracetamol ou dar alta para uma infecção viral (sim, tem que falar desse jeito, porque se fala Virose a pessoa sai do consultório nervosa). Mas ao mesmo tempo é bem reconfortante saber que você tem um apoio para quando não saber exatamente o que fazer (o que, felizmente, está diminuindo a frequência).

Enfim, estamos quase lá. As vezes parece que não sei nada ainda. Na realidade quase sempre hahaha. Mas ao mesmo tempo eu sei que já aprendi bastante. Agora faltam só 150 dias, então tem que aproveitar cada minuto!

Pois bem, meus amigos! Cá estou de volta! Muito obrigado pelos comentários e e-mails pedindo minha volta. Vocês podem agora fazer depósitos na minha conta para que eu continue escrevendo hahaha brincadeira! Voltem daqui 10 dias que conversaremos mais. E estou respondendo a todos, devagar e sempre.

Até a próxima!

Obstetrícia (Parte II) e Ginecologia

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Edit: Pessoas, a pedidos, escrevi sobre uma experiência que aconteceu comigo esses dias a respeito de Morte de Paciente! Se tiverem tempo, leiam também: https://medium.com/p/faf3860bbf85

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Demorei um pouco mais, mas voltei. Desde o fim de Ginecologia (sim, os posts são retrospectivos haha), não estou tendo muito tempo livre porque estou muito ocupado DORMINDO. Mas tudo bem, falarei do estágio atual em breve.

Mas vamos voltar à Obstetrícia e Ginecologia.

Aqui na minha faculdade, os estágios dessas duas áreas são bem separadas e desvinculados um do outro, e talvez seja bom porque a gente tem oportunidade de se aprofundar bastante em cada uma delas. Existem outras faculdade em que os internos passam muuuuito mais tempo nessas áreas do que aqui (que é 1 mês em cada, no Quinto Ano, e mais 1 mês em Obstetrícia no Sexto Ano), mas mesmo assim, um mês foi suficiente para aprender muitas coisas.

Então, vamos dividir por partes:Leia mais »

Obstetrícia – Parte I

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E logo após acabar Pediatria, fomos para Obstetrícia. Talvez um dos estágios mais pesados do quinto ano porque tem muitos plantões. E quando digo muitos, são muitos mesmo. Antes de falar um pouco mais sobre o estágio e a Obstetrícia, vou deixar aqui um causo que escrevi no meu Medium, a pedidos de alguns leitores:

20/03/2014 — Pronto-Socorro da Obstetrícia do Hospital Universitário da USP

Aquele plantão tinha tudo para ser o pior que eu já tinha passado. Quando a gente está na Faculdade de Medicina, no início gostamos de ver casos graves e doenças raras. Qual o estudante que nunca desejou ver todas as síndromes que viu em House ou as cirurgias complexas de Grey’s Anatomy? Bom, eu não era diferente. E continuo não sendo.

Apesar de não ser agradável ver um paciente com uma doença grave, muitos de nós ainda têm aquela admiração pelas doenças complexas e toda a sua fisiopatologia. Vez em quando soltamos um “oh” de admiração não pela doença em si, mas por toda a “medicina” envolvida naquilo. E, não poucas vezes, dizemos “que legal”. Claro que isso não é falta de empatia ou humanização. É apenas fascínio de quem está começando. Inocente e pueril, geralmente.

Pois aquele plantão tinha tudo para ser o pior que eu já tinha passado, repito. Meu último plantão diurno no PS da Obstetrícia. Mas não por isso seria o pior, e sim porque só vieram casos chatos. E por chato, entendam que não são apenas casos não graves e entediantes, mas casos que não ensinam nada para nós, Internos, e só nos fazem “tocar serviço”, expressão muito usada no nosso meio. Exemplos: resfriados sem febre, dores sem febre, febres que não eram febres, e, pasmem, uma gestante que queria conhecer o hospital. Tudo bem, aprendo muito nesses casos: a ter paciência.

Aparelho para ouvir batimentos cardíacos do bebê, mais ou menos assim: http://www.youtube.com/watch?v=-Ji41MI4dyM
Aparelho para ouvir batimentos cardíacos do bebê, mais ou menos assim: http://www.youtube.com/watch?v=-Ji41MI4dyM

E bem quando já estava exausto de tanto falar, apertar barrigas, procurar batimentos do coração do feto com o sonar e tentar descontrair a tensão de todas aquelas mulheres grávidas e seus hormônios, uma enfermeira diz:

“Uma bolsa estourou lá na sala de espera”.Leia mais »

Pediatria (II) – Enfermaria

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Muitos não sabem como funciona um hospital porque nunca precisaram de muito mais que um pronto-socorro. Acredito que grande parte das pessoas que lêem esse site tem acesso a convênio, então além do PS frequentam consultórios. Alguns frequentam ambulatórios em hospitais. Mas enfim, vou tentar explicar resumidamente como funciona um hospital:

1) Pronto-Socorro: também chamado de Pronto-Atendimento em alguns hospitais, é o local indicado para receber casos de emergência ou urgência. Ou seja, não é o local indicado para você ir tratar acne ou pegar atestado para fazer academia, por exemplo. Nem é o local também para fazer pré-natal ou puericultura (sabe aquelas consultas rotineiras ao pediatria que se faz mesmo quando não está doente, só para ver crescimento, ganho de peso, e etc? Então, é esse). Logo, você pode ser expulso do pronto-socorro caso não se enquadre num atendimento de urgência.

2) Enfermaria: local de internação. Caso você vá ao PS por uma urgência, e aí descobrem que seu caso é grave ou então que você não pode terminar o tratamento em casa (seja porque necessite receber medicação endovenosa ou qualquer outro tipo de intervenção médica contínua), você é internado na Enfermaria. As Enfermarias podem ter quartos individuais ou quartos coletivos. Em geral, em hospital público os quartos são coletivos.

3) Ambulatório: local de consultas médicas para casos não urgentes (aí sim você pode tratar a acne ou fazer a puericultura). São os consultórios e você tem dia e hora marcados para comparecer a usa consulta.

Entenderam? Espero que sim!

Pois bem, hoje falarei da segunda parte do Estágio de Pediatria que se passa na Enfermaria!Leia mais »

Pediatria (I) – Pronto-Atendimento

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Enfim Interno!

Quem diria que esse dia ia chegar… E chegou, talvez rápido demais, apesar de eu ter adiado um ano. Não fiz um post introdutório ao Internato porque já estou um pouco atrasado: já é março e tudo começou em janeiro. Mas tudo bem, acredito que vai dar para entender.

O internato é um dos três ciclos que compõem o curso de Medicina, como vocês podem ler mais aqui, e já posso dizer que sem sombra de dúvidas é a melhor parte e que toda a espera até chegar nele vale a pena!

Tudo começou no início de janeiro, quando chegamos no HU (o estágio todo de Pediatria do Quinto Ano é feito no HU) pela primeira vez e tivemos que nos deparar com o maior drama do Internato: divisão de plantões. É muito complicado e difícil, ainda mais na Pediatria, em que existem algumas regras para os plantões.

Para começar, o estágio é dividido em Pronto-Atendimento (ou PS) e Enfermaria, durando um mês cada. Os plantões do PA são das 7AM às 7PM e das 7PM às 7AM (12h cada), sendo que não é possível fazer plantões de 24h e não podemos fazer plantões nos dias de Preparo para o Ambulatório e do Ambulatório (explico mais adiante). Ou seja, é muito difícil. No fim deu tudo certo, depois de algumas horas tentando e errando. Os da Enfermaria era mais simples, já que eram apenas noturnos e de fins de semana.Leia mais »

Cirurgia, MI e PPONGs – Parte 3

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E chegamos ao final do quarto ano, com essa matéria de nome estranho. Na realidade, PPONGs é uma sigla para Pediatria, Psiquiatria, Obstetrícia, Neurologia e Ginecologia. Ou seja, é aquilo que faltava e que não foi enfiada na Clínica (leia o post sobre Clínica), nem em Cirurgia (leia a Parte 1) (e sim, Ginecologia e Obstetrícia, GO, também é cirúrgica).
Bom, o curso tem duração de 12 semanas e temos todas essas matérias juntas durante a semana, ao contrário de Clínica, que tínhamos só algumas matérias por vez. No começo é meio confuso, mas depois vai ficar mais fácil.

Agenda
É importante ter uma agenda numa hora dessas…

Bom, vamos por partes:Leia mais »

Cirurgia, MI e PPONGs – Parte 2

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Bom, chegou o grande momento de falar sobre o curso de MI. Esperando por esse curso desde os primeiros dias de faculdade, quando TODOS da faculdade, sem exceção, diziam: “mimimi espera quando chegar a MI”. Bom, chegou. E assim como uma infecção por KPC: não foi fácil.

Vamos lá:

2) Módulo das Moléstias Transmissíveis (Mais conhecida como MI – Moléstias Infecciosas):

Bom, assim como tudo nesse quarto ano, esse módulo é dividido em diferentes cursos, mas todos sob o departamento de Moléstias Infecciosas. São os seguintes: Microbiologia Médica, Parasitologia, Imunologia Médica, Patologia de Moléstias Transmissíveis, Clínica das Moléstias Transmissíveis e Bases do Controle e Prevenção de Moléstias Transmissíveis.Leia mais »